SOBRE AS AUTENTICAÇÕES DE ARTE

Nos Estados Unidos, Itália, França e Reino Unido, os museus deixaram de autenticar pinturas. E também não emitem opiniões. A razão é por terem medo de processos legais caso cometam um erro, ou talvez mesmo sem o cometerem. Esta tendência está a alastrar – se por todo o lado, e em resultado dela é cada vez mais difícil descobrir se uma pintura é ou não autêntica.

Há peritos particulares, mas muitos são de trato difícil. Alguns peritos famosos não autenticaram nada durante os últimos 25 anos. Rejeitam sistematicamente qualquer coisa que lhes seja apresentada. Alguns recusam olhar para qualquer pintura que tenha sido descoberta recentemente. Outros nem sequer respondem à correspondência e fotografias que lhes são enviadas.

Talvez o problema com os peritos particulares seja que a maior deles utilize métodos ultrapassados. Olham para a pintura e comparam-na com aquilo de que se lembram. Era assim que se fazia há 100 anos atrás. É também a razão pela qual lhe enviam um pedaço de papel que diz “não, não é deste nem daquele” ou “não irá figurar no próximo catalogue raisonné”. Sem mais explicações. É frustrante.

As grandes leiloeiras olham sobretudo para a proveniência e para o catalogue raisonné. Se a pintura nunca antes foi vendida em leilão, ou se você não tiver um histórico documentado desde que ela deixou o estúdio do artista, ou se não figurar no catalogue raisonné, ela será rejeitada em 99% das vezes. Esqueça que a maior parte dos catalogues raisonnés estão desatualizados, ou que nunca sequer estiveram completos. Podemos chamar a isto uma abordagem recicladora à autenticação de arte. Apenas as pinturas que já têm um registo de venda podem ser vendidas novamente. É uma forma de protecionismo do mercado. Publicar um catalogue raisonné, muitas vezes não é mais do que uma tentativa para controlar e cercar o mercado de um artista. É a razão pela qual existem tantos publicados pelos grandes negociantes de arte.

E depois temos os laboratórios, anunciando que conseguem testar pigmentos e tirar fotografias de infravermelho, na verdade, levando as pessoas a acreditar erradamente que isto vai autenticar pinturas. Mas claro que não. Nenhuma análise de pigmento poderá algum dia provar que você tem um Renoir, um Rembrandt, ou seja o que for. Os testes científicos de materiais podem contribuir para a autenticação de uma pintura, mas servem sobretudo para confirmar ou estabelecer limites de datação, e para revelar falsificações. Por outras palavras, podem apenas mostrar que uma pintura não é autêntica. Não conseguem identificar quem a pintou, e, muito menos, autenticá-la.

Outro problema é a síndrome da obra-prima. Consiste na rejeição de todas as pinturas mais comuns ou medíocres, como se qualquer artista produzisse obra-prima atrás de obra-prima. Pintar não é muito diferente de compor música. Quantos compositores conhecem que tenham produzido apenas grandes sucessos, ininterruptamente, durante 40 ou 50 anos? Quantos produziram 3,000 inesquecíveis canções ou concertos?

Os artistas têm dias maus, semanas más e até anos maus. A maior parte dos pintores, mesmo os mais famosos, produziram uma pequena quantidade de obras-primas. O resto da sua produção foi comum e pode incluir diversos trabalhos medíocres. O resultado da síndrome da obra-prima é que, se a sua pintura não for tão boa como as obras-primas mais conhecidas, é imediatamente rejeitada.

E temos ainda o facto de muitos artistas terem experimentado vários estilos, motivos e médiuns, tendo realizado pinturas muito diferentes da sua produção habitual. As chamadas pinturas atípicas. Outra razão para uma rejeição rápida.

QUAL A SOLUÇÃO PARA ISTO TUDO?

Pedimos a um grande número de peritos em arte competentes para se juntarem a nós. Oferecemos-lhe trabalho sob a efígie da empresa e anonimato se assim o quisessem. Desta forma, poderiam dizer o que realmente pensam quando lhes mostrássemos uma pintura. No processo, ganhámos uma quantidade enorme de perícia e experiência debaixo do mesmo teto.

Então decidimos autenticar pinturas recorrendo a todas as técnicas, métodos, abordagens, e tecnologias de autenticação disponíveis. Desta forma, uma pintura não seria rejeitada porque alguém teve um lapso de memória. A opinião do perito seria apenas um componente das conclusões. Reciprocamente, o olhar do conhecedor não seria ignorado, desempenharia o seu papel. As pinturas, e tudo o mais relacionado com elas, seriam investigados, analisadas e examinados de todos os modos, em todos os aspetos e perspetivas, utilizando todos os métodos, abordagens e tecnologias disponíveis.

O resultado são os melhores serviços de autenticação algum dia oferecidos em qualquer local.

A perícia combinada dos peritos em arte que reunimos é enorme e sem precedentes, permitindo uma investigação total das pinturas, utilizando todos os meios disponíveis. É uma abordagem de 360 graus.

Contate-nos hoje para saber mais!




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